Toxicidade do cádmio
O cádmio é um metal pesado que
produz efeitos tóxicos nos organismos vivos, mesmo em concentrações muito
pequenas, por isso cuidado ao utilizar e usar objetos como por exemplo
bijuterias, acessórios, objetos...
A exposição ao cádmio nos humanos ocorre geralmente através de duas fontes principais: a primeira é por via oral (por água e ingestão de alimentos contaminados), e a segunda por inalação. Os fumantes são os mais expostos ao cádmio porque os cigarros contêm este elemento.
Alguns órgãos vitais são alvos da toxicidade do cádmio. Em organismos intensamente expostos, o cádmio ocasiona graves enfermidades ao atuar sobre estes órgãos. Existem atualmente algumas descrições de possíveis mecanismos de toxicidade do cádmio, entretanto, o modo real pelo qual este elemento age como agente tóxico tem sido pouco estudado.
A aplicação de certos fertilizantes ou de excrementos de animais no solo destinado ao cultivo de alimentos pode aumentar o nível de cádmio que, por sua vez, causa um aumento no nível deste elemento nos produtos cultivados. O cádmio não é encontrado em quantidades preocupantes na água, entretanto pode ser contaminada quando flui através de encanamentos soldados com materiais que contêm este metal ou quando entra em contato com lixos químicos.
A fonte mais importante de descarga do cádmio para o meio ambiente é através da queima de combustíveis fósseis (como carvão e petróleo) e pela incineração de lixo doméstico. O cádmio também contamina o ar quando se fundem rochas para extrair zinco, cobre ou chumbo. Trabalhar ou viver à proximidade de uma destas fontes contaminantes pode resultar numa exposição significativa ao cádmio.
Fumar é outra importante fonte de exposição ao cádmio. Como as demais plantas, o tabaco contém cádmio que é inalado pelo fumante. Muitos fumadores contêm o dobro de cádmio em seus organismos comparado aos não fumadores.
O cádmio entra na corrente sanguínea por absorção no estômago ou nos intestinos logo após a ingestão do alimento ou da água, ou por absorção nos pulmões após a inalação. Muito pouco cádmio entra no corpo através da pele. Usualmente só é absorvido pelo sangue aproximadamente 1 a 5% do cádmio ingerido por via oral, entretanto é absorvido de 30 a 50% quando inalado
.
Um fumante que consome um maço de cigarros por dia pode absorver, durante esse tempo, quase o dobro de cádmio absorvido por um não fumante.
De qualquer forma, uma vez que o cádmio é absorvido é fortemente retido, inclusive baixas doses deste metal podem constituir um nível significativo no organismo se a exposição se prolonga durante um longo período de tempo.
Um vez absorvido, o cádmio é transportado pela corrente sanguínea até o fígado, onde se une a uma proteína de baixo peso molecular. Pequenas quantidades desse complexo proteína-cádmio passam continuamente do fígado para a corrente sanguínea, para ser transportado até os rins e filtrado através dos glomérulos, para posteriormente ser reabsorvido e armazenado nas células tubulares dos rins. Este último órgão excreta de 1 a 2% do cádmio obtido diretamente das fontes ambientais.
A concentração do metal nos rins é aproximadamente 10 mil vezes mais alta que a da corrente sanguínea. A excreção fecal do metal representa uma mínima quantidade do cádmio não absorvido no sistema gastrointestinal. Por outro lado, se estima que a vida biológica do cádmio nos humanos varia de 13 a 40 anos.
A exposição ao cádmio nos humanos ocorre geralmente através de duas fontes principais: a primeira é por via oral (por água e ingestão de alimentos contaminados), e a segunda por inalação. Os fumantes são os mais expostos ao cádmio porque os cigarros contêm este elemento.
Alguns órgãos vitais são alvos da toxicidade do cádmio. Em organismos intensamente expostos, o cádmio ocasiona graves enfermidades ao atuar sobre estes órgãos. Existem atualmente algumas descrições de possíveis mecanismos de toxicidade do cádmio, entretanto, o modo real pelo qual este elemento age como agente tóxico tem sido pouco estudado.
A aplicação de certos fertilizantes ou de excrementos de animais no solo destinado ao cultivo de alimentos pode aumentar o nível de cádmio que, por sua vez, causa um aumento no nível deste elemento nos produtos cultivados. O cádmio não é encontrado em quantidades preocupantes na água, entretanto pode ser contaminada quando flui através de encanamentos soldados com materiais que contêm este metal ou quando entra em contato com lixos químicos.
A fonte mais importante de descarga do cádmio para o meio ambiente é através da queima de combustíveis fósseis (como carvão e petróleo) e pela incineração de lixo doméstico. O cádmio também contamina o ar quando se fundem rochas para extrair zinco, cobre ou chumbo. Trabalhar ou viver à proximidade de uma destas fontes contaminantes pode resultar numa exposição significativa ao cádmio.
Fumar é outra importante fonte de exposição ao cádmio. Como as demais plantas, o tabaco contém cádmio que é inalado pelo fumante. Muitos fumadores contêm o dobro de cádmio em seus organismos comparado aos não fumadores.
O cádmio entra na corrente sanguínea por absorção no estômago ou nos intestinos logo após a ingestão do alimento ou da água, ou por absorção nos pulmões após a inalação. Muito pouco cádmio entra no corpo através da pele. Usualmente só é absorvido pelo sangue aproximadamente 1 a 5% do cádmio ingerido por via oral, entretanto é absorvido de 30 a 50% quando inalado
.
Um fumante que consome um maço de cigarros por dia pode absorver, durante esse tempo, quase o dobro de cádmio absorvido por um não fumante.
De qualquer forma, uma vez que o cádmio é absorvido é fortemente retido, inclusive baixas doses deste metal podem constituir um nível significativo no organismo se a exposição se prolonga durante um longo período de tempo.
Um vez absorvido, o cádmio é transportado pela corrente sanguínea até o fígado, onde se une a uma proteína de baixo peso molecular. Pequenas quantidades desse complexo proteína-cádmio passam continuamente do fígado para a corrente sanguínea, para ser transportado até os rins e filtrado através dos glomérulos, para posteriormente ser reabsorvido e armazenado nas células tubulares dos rins. Este último órgão excreta de 1 a 2% do cádmio obtido diretamente das fontes ambientais.
A concentração do metal nos rins é aproximadamente 10 mil vezes mais alta que a da corrente sanguínea. A excreção fecal do metal representa uma mínima quantidade do cádmio não absorvido no sistema gastrointestinal. Por outro lado, se estima que a vida biológica do cádmio nos humanos varia de 13 a 40 anos.
· Embora as
exposições prolongadas sejam extremamente raras atualmente, a ingestão de altas
doses é causa de severas irritações no estômago provocando vômitos e diarreias,
e sua inalação causa graves irritações nos pulmões.
Causam maior preocupação os efeitos a baixas exposições durante muito tempo. Alguns efeitos de vários níveis e durações de exposição são os seguintes:
Causam maior preocupação os efeitos a baixas exposições durante muito tempo. Alguns efeitos de vários níveis e durações de exposição são os seguintes:
· Em pessoas
que têm sido expostas a um excesso de cádmio através da dieta ou pelo ar se têm
observado danos nos rins. Esta enfermidade renal normalmente não é mortal,
porém pode ocasionar a formação de cálculos e seus efeitos no sistema ósseo se manifestam através de dor e debilidade.
· Em
trabalhadores de fábricas, onde o nível de concentração de cádmio no ar é alta,
têm sido observados severos danos aos pulmões, tais como enfisema pulmonar.
· Em animais
expostos durante muito tempo ao cádmio por inalação, se tem observado o
aparecimento de câncer de pulmão. Estudos em seres
humanos também sugerem que uma inalação prolongada de cádmio pode resultar num
aumento do risco de contrair câncer pulmonar, como no caso dos fumantes. Não há
evidências de que a ingestão de cádmio por via oral possa causar câncer.
· Também tem
sido observada uma alta pressão
arterial em
animais expostos ao cádmio, embora se desconheça a importância da exposição a
este metal na hipertensão humana.
· Outros tecidos também são danificados por
exposição ao cádmio em animais ou humanos, incluindo o fígado, os testículos, o sistema imunológico, o sistema
nervoso e o sangue. Efeitos
na reprodução e no desenvolvimento têm sido observados em
animais expostos ao cádmio, porém não foram verificados ainda nos seres
humanos.
Assim
mesmo, devem-se proteger as pessoas que por outros motivos estejam expostas a
este metal. Também deve-se considerar
aumentar a informação acerca do cádmio para a população em geral.
Apesar de
serem claras as evidências da toxicidade do cádmio, não foram realizados
estudos formais acerca das consequências reais que tem a ação deste metal sobre
os organismos vivos, especialmente no humano. É possível que alguns dos nossos
males, tais como câncer, enfermidades renais, hepáticas,
pulmonares e outras, estejam ligados com a exposição prolongada ao cádmio. A
pesquisa ajudaria a aprofundar o conhecimento sobre os mecanismos básicos que
determinam os danos causados por este metal, permitindo um maior conhecimento
da sua toxicidade e o possível tratamento.
- Um teste revelou níveis altíssimos de cádmio em um carregamento de dezesseis toneladas de bijuterias vindas da china. O cádmio é um metal tóxico, que pode causar sérios problemas de saúde. Brincos, pulseiras, anéis e cordões como esses podem ter ido parar em lojinhas e camelôs em todo o país. E o pior é que não há legislação no Brasil sobre o assunto
O
cádmio é um metal raro que é mais facilmente encontrado em ambientes aquáticos
e possui a propriedade de ser insolúvel, por isso se acumula nas gramíneas, em
aves, gado, cavalos e no organismo humano.
O cádmio foi considerado carcinogênico e seu acúmulo no organismo acarreta vários problemas de saúde, como desenvolvimento de hipertensão e doenças do coração. A acumulação de cádmio ainda é responsável pela doença “Itai-Itai”, essa doença produz problemas no metabolismo de cálcio, gerando complicações: descalcificações e reumatismos.
O organismo humano acumula cádmio e na idade de 50 anos o homem pode estar com uma carga de 20 a 30 mg, concentrando-se nos rins e nas paredes das artérias. Efeitos mais graves são decorrentes dessa alta concentração de cádmio: destruição do tecido testicular e das hemácias sanguíneas.
A explicação Bioquímica para os efeitos do cádmio, é que esse metal inativa numerosos sistemas enzimáticos, por ligar-se aos grupos sulfidril das moléculas de proteína.
Fontes de contaminação: o cádmio está presente em mariscos, ostras e peixes de água salgada, alguns tipos de chá e na fumaça do cigarro. Outras fontes incluem soldas, pigmentos (pinturas), ripas galvanizadas, baterias, combustão dos automóveis, e em alguns suplementos naturais, como: dolomita e medula óssea (tutano).
Absorção e excreção: não existe sistema que regule o metabolismo de absorção e excreção de cádmio. Uma das formas do cádmio entrar no nosso organismo é através dos pulmões, quando presente na fumaça do cigarro ou em forma de pó oxidado.
Doenças causadas pela Toxicidade:
• Enfisema pulmonar;
• Hipertensão arterial;
• Doenças renais;
• Fibrose e edema pulmonar;
• Anemia;
• Diminuição da testosterona;
• Diminuição da produção de anticorpos.
Sintomas da intoxicação por cádmio - diminuição da temperatura corporal, hiperatividade, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, perda de dentes, dores articulares.
O cádmio foi considerado carcinogênico e seu acúmulo no organismo acarreta vários problemas de saúde, como desenvolvimento de hipertensão e doenças do coração. A acumulação de cádmio ainda é responsável pela doença “Itai-Itai”, essa doença produz problemas no metabolismo de cálcio, gerando complicações: descalcificações e reumatismos.
O organismo humano acumula cádmio e na idade de 50 anos o homem pode estar com uma carga de 20 a 30 mg, concentrando-se nos rins e nas paredes das artérias. Efeitos mais graves são decorrentes dessa alta concentração de cádmio: destruição do tecido testicular e das hemácias sanguíneas.
A explicação Bioquímica para os efeitos do cádmio, é que esse metal inativa numerosos sistemas enzimáticos, por ligar-se aos grupos sulfidril das moléculas de proteína.
Fontes de contaminação: o cádmio está presente em mariscos, ostras e peixes de água salgada, alguns tipos de chá e na fumaça do cigarro. Outras fontes incluem soldas, pigmentos (pinturas), ripas galvanizadas, baterias, combustão dos automóveis, e em alguns suplementos naturais, como: dolomita e medula óssea (tutano).
Absorção e excreção: não existe sistema que regule o metabolismo de absorção e excreção de cádmio. Uma das formas do cádmio entrar no nosso organismo é através dos pulmões, quando presente na fumaça do cigarro ou em forma de pó oxidado.
Doenças causadas pela Toxicidade:
• Enfisema pulmonar;
• Hipertensão arterial;
• Doenças renais;
• Fibrose e edema pulmonar;
• Anemia;
• Diminuição da testosterona;
• Diminuição da produção de anticorpos.
Sintomas da intoxicação por cádmio - diminuição da temperatura corporal, hiperatividade, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, perda de dentes, dores articulares.
O organismo humano acumula cádmio e na idade de
50 anos o homem pode estar com uma carga de 20 a 30 mg, concentrando-se nos
rins e nas paredes das artérias. Efeitos mais graves são decorrentes dessa alta
concentração de cádmio: destruição do tecido testicular e das hemácias
sanguíneas.
Fontes de contaminação: o cádmio está presente em mariscos, ostras e peixes de água salgada, alguns tipos de chá e na fumaça do cigarro. Outras fontes incluem soldas, pigmentos (pinturas), ripas galvanizadas, baterias, combustão dos automóveis, e em alguns suplementos naturais, como: dolomita e medula óssea (tutano).
Absorção e excreção: não existe sistema que regule o metabolismo de absorção e excreção de cádmio. Uma das formas do cádmio entrar no nosso organismo é através dos pulmões, quando presente na fumaça do cigarro ou em forma de pó oxidado.
Sintomas da intoxicação por cádmio - diminuição da temperatura corporal, hiperatividade, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, perda de dentes, dores articulares.
Fontes de contaminação: o cádmio está presente em mariscos, ostras e peixes de água salgada, alguns tipos de chá e na fumaça do cigarro. Outras fontes incluem soldas, pigmentos (pinturas), ripas galvanizadas, baterias, combustão dos automóveis, e em alguns suplementos naturais, como: dolomita e medula óssea (tutano).
Absorção e excreção: não existe sistema que regule o metabolismo de absorção e excreção de cádmio. Uma das formas do cádmio entrar no nosso organismo é através dos pulmões, quando presente na fumaça do cigarro ou em forma de pó oxidado.
Sintomas da intoxicação por cádmio - diminuição da temperatura corporal, hiperatividade, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, perda de dentes, dores articulares.
- O metal cádmio já foi usado como amálgama por dentistas, atualmente tem aplicação em baterias de celulares e em pilhas recarregáveis, justamente essa é a grande preocupação: a poluição ambiental resultante do descarte de baterias de telefones celulares e pilhas elétricas que contém os metais tóxicos níquel e cádmio.
· O cádmio é
um subproduto da mineração do zinco, é um metal raro que é mais facilmente
encontrado em ambientes aquáticos (águas de superfícies subterrâneas), e possui
a propriedade de ser insolúvel, por isso se acumula nas gramíneas, em aves, gado,
cavalos e na vida selvagem.
Já foi usado como amálgama por dentistas, atualmente tem aplicação em baterias (cádmio-níquel) de celulares e em pilhas recarregáveis.
O cádmio foi considerado metal pesado através de estudos que avaliaram a sua concentração em verduras plantadas, utilizando adubo proveniente da compostagem de lixo orgânico. Os resultados revelaram que as hortaliças continham níveis de cádmio que representavam riscos à saúde.
O organismo humano acumula cádmio e aos 50 anos o homem pode estar com uma carga de 20 a 30 mg, concentrando-se nos rins e paredes das artérias.
A acumulação de cádmio no organismo acarreta vários problemas de saúde como a doença “Itai-Itai”. Essa doença produz problemas no metabolismo, gerando complicações: descalcificações, reumatismos. Efeitos mais graves são decorrentes da alta concentração de cádmio, que destrói o tecido testicular e as hemácias sanguíneas.
O cádmio foi considerado carcinogênico e seu acúmulo no organismo ainda é responsável pelo desenvolvimento de hipertensão e doenças do coração, ele está em mariscos, ostras e peixes de água salgada, alguns tipos de chá e na fumaça do cigarro.
Ultimamente, a grande preocupação com relação à poluição ambiental é resultante do descarte de baterias de telefones celulares e pilhas elétricas que contém os metais tóxicos níquel e cádmio.
Já foi usado como amálgama por dentistas, atualmente tem aplicação em baterias (cádmio-níquel) de celulares e em pilhas recarregáveis.
O cádmio foi considerado metal pesado através de estudos que avaliaram a sua concentração em verduras plantadas, utilizando adubo proveniente da compostagem de lixo orgânico. Os resultados revelaram que as hortaliças continham níveis de cádmio que representavam riscos à saúde.
O organismo humano acumula cádmio e aos 50 anos o homem pode estar com uma carga de 20 a 30 mg, concentrando-se nos rins e paredes das artérias.
A acumulação de cádmio no organismo acarreta vários problemas de saúde como a doença “Itai-Itai”. Essa doença produz problemas no metabolismo, gerando complicações: descalcificações, reumatismos. Efeitos mais graves são decorrentes da alta concentração de cádmio, que destrói o tecido testicular e as hemácias sanguíneas.
O cádmio foi considerado carcinogênico e seu acúmulo no organismo ainda é responsável pelo desenvolvimento de hipertensão e doenças do coração, ele está em mariscos, ostras e peixes de água salgada, alguns tipos de chá e na fumaça do cigarro.
Ultimamente, a grande preocupação com relação à poluição ambiental é resultante do descarte de baterias de telefones celulares e pilhas elétricas que contém os metais tóxicos níquel e cádmio.
Por Líria Alves
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